| 01 - Práticas de leitura na 1ª etapa da Educação de Jovens e Adultos. André Rodrigues Guimarães, Professor de Fundamentos da EJA na UNIFAP, Macapá-AP; Marcinha Alves Costa, Graduanda em Pedagogia pela UNIFAP, Macapá-AP; Maria do Socorro G. Alves, Graduanda em Pedagogia pela UNIFAP, Macapá-AP; Ronilda Montes do Carmo, Graduanda em Pedagogia pela UNIFAP, Macapá-AP. |
| Esta comunicação visa compartilhar uma pesquisa realizada na 1ª Etapa da Educação de Jovens e Adultos, de uma escola municipal de Santana-AP, que investigou as práticas de leitura desenvolvidas no processo de alfabetização, observando tanto os procedimentos metodológicos e a relação entre texto e contexto, quanto à percepção docente sobre a temática. Nesta investigação destaca-se que apesar do reconhecimento docente sobre a importância das diferentes práticas de leitura na sala de aula (ancorado numa perspectiva de letramento), implementa-se um ensino mecanicista e descontextualizado da língua materna, com objetivo de apenas codificar e decodificar os signos gráficos. (Palavras-chave: EJA, prática de leitura, letramento, atuação docente) |
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| 02 - Deixar de assinar com o polegar: velhos/novos desafios. Janine Fontes de Souza - Profa. do Campus XXIV - UNEB. |
| A presente comunicação busca abordar de maneira sucinta as práticas pedagógicas em alfabetização e sua importância para a constituição e efetivação dos princípios da cidadania (Freire, 1996). O domínio da língua oral e escrita é fundamental para a participação social efetiva, pois é por meio delas que o homem se comunica, tem acesso à informações, expressa e defende pontos de vista, partilha ou constrói visão de mundo, produz conhecimento (Soares, 2005). Por isso, ao ensiná-la a escola tem a responsabilidade de garantir a todos os seus alunos o acesso a saberes lingüísticos, necessários para o exercício da cidadania, direito inalienável de todos. As evidências do fracasso escolar apontam a necessidade da reestruturação do ensino de língua portuguesa, com o objetivo de encontrar formas de garantir de fato a aprendizagem da leitura e da escrita considerando as suas práticas sociais, possibilitando a integração dos saberes dos educandos com a cultura escolar. (Palavras-chave: alfabetização, educação de jovens e adultos, leitura, escrita) |
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| 03 - Aspectos descritivos de textos de adultos em processo de aquisição de língua escrita. Marcelo Andrade Leite, USS/Universidade Severino Sombra, Vassouras. |
| Baseado nos trabalhos do Ceale (Centro de Estudos de Alfabetização e Letramento) em Belo Horizonte - MG e em textos de SOARES (1989) e NASCIMENTO (1998) e outros, propomos uma reflexão na categorização das inadequações referentes à norma culta registradas em textos de adultos. 1) mapeamento de (ir)regularidades; 2) apresentação de um estudo previsibilidade diacrônica e 3) apresentar uma série de propostas para otimizar o ensino de alfabetização de adultos. (Palavras-chave: Alfabetização, letramento, norma culta) |
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| 04 - Identidade e alfabetização. Maria de Lurdes Valino, Geal - Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Alfabetização e Letramento Unicsul, Universidade Cruzeiro do Sul. |
| O processo de aprendizagem da língua escrita envolve questões inerentes à especificidade deste objeto de conhecimento e também, de forma muito especial, questões relacionadas à individualidade dos alunos: à sua identidade. Embora o processo de constituição da identidade seja contínuo, ou seja, as pessoas se estruturam e reestruturam ao longo de toda a vida, a transformação da identidade de analfabeto para a de alfabetizado envolve fatores múltiplos e complexos como a auto-estima do aluno e a atuação da escola. Jovens e adultos inseridos em um processo de escolarização, tal como a EJA, apresentam necessidade essencial de terem suas identidades transformadas antes mesmo de iniciada a aquisição formal de conhecimentos. (Palavras-chave: educação de jovens e adultos; alfabetização; identidade) |
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| 05 - O analfabetismo como armadilha para a produção de estigmas individuais e coletivos. Maria Lêda Lóss dos Santos, Profª. da Universidade de Passo Fundo, Passo Fundo, RS; Mariane Rocha da Silveira, Bolsista PIBIC da Universidade de Passo Fundo, Passo Fundo, RS. |
| Os sujeitos não-letrados são profundamente marcados nesta sociedade que tem na leitura e na escrita seu parâmetro de inserção e desenvolvimento. Evidências dessas "marcas", os estigmas (segundo Goffman, 1978), foram percebidas nas entrevistas semi-estruturadas realizadas com sujeitos analfabetos e com gestores da educação municipal na pesquisa que trata da educação e do desenvolvimento sócio-econômico e cultural e que vem destacando a problemática do analfabetismo e do desenvolvimento humano numa região do Rio Grande do Sul, denominada Microrregião de Estudo, MRE - Botucaraí. A caminhada já efetivada no universo dessa investigação permitiu, a partir da análise das entrevistas, delimitar a categoria que diz respeito ao estigma do ser analfabeto e ao impacto na vida dos sujeitos, tanto em nível individual quanto coletivo, levantando "marcas" (armadilhas?) que os sujeitos analfabetos carregam. (Palavras-chave: Analfabetismo, estigmas, leitura e escrita) |
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| 06 - Concepções e práticas de leitura: a leitura de alunos da Educação de Jovens e Adultos do município de Paranavaí-PR. Mary Pereira dos Santos Lemos, Acadêmica do curso de Pedagogia da FAFIPA e bolsista Fundação FAFIPA, Paranavaí, PR. |
| O presente trabalho tem por objetivo investigar as concepções e práticas de leitura dos alunos da EJA do município de Paranavaí -PR. O referencial teórico que amparou nossas discussões foi Freire (1987), Soares (2003) e Kleiman (2001). Para conhecer as práticas de leitura, optamos por uma pesquisa de abordagem qualitativa. Realizamos observações sistematizadas em sala de aula e entrevistamos 5 alunos integrantes do segundo período de alfabetização. Para verificação de práticas de leituras adotamos como instrumento a apresentação de diferentes materiais portadores de texto seguidos de questionamentos sobre a composição e o uso do material. Os resultados, ainda parciais, indicam que os sujeitos desta pesquisa pertencem a um percentual de adultos que tiveram sua infância expropriada pelo trabalho. O mercado de trabalho que não permitiu o aprendizado na infância interfere na decisão de aprender na idade adulta. Quanto às praticas de leitura, verificamos que todos realizam uma boa decodificação de textos, porém, nem sempre entendem o que leram. Reconhecem diferentes materiais portadores de texto mas, ainda não conseguem localizar informações nestes materiais. (Palavras-chave: práticas de leitura- alfabetização- educação de jovens e adultos) |
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| 07 - Era uma vez conte outra vez: contos em classes de alfabetização e letramento de jovens e adultos. Michele Marcondes de Abreu e Wellington Gonçalves Silva de Andrade, PROALFA, UERJ. |
| Considerando o aprendizado da leitura e da escrita como um processo contínuo, que está além da simples decodificação, entendemos ser importante trabalhar a autonomia no uso social da língua escrita. Desta forma, relatamos a elaboração e a construção de um livro de contos produzidos pelos alunos do Programa de Alfabetização, Documentação e Informação - PROALFA, da UERJ. O livro Contando Contos foi resultado do primeiro módulo, intitulado Língua Portuguesa de um país chamado Brasil, do projeto desenvolvido no programa no ano de 2006, cujos objetivos era entender a formação da Língua Portuguesa no Brasil, desenvolver nos alunos a motivação para a escrita, reconhecer os diferentes gêneros textuais e torná-los autores de contos. (Palavras-chave: gênero textual, Língua Portuguesa, escrita, conto) |
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| 08 - A utilização do lúdico na Educação de Jovens e Adultos. Rejanete da Silva e Souza, Graduanda em Pedagogia pela UNIFAP, Macapá-AP; Eliene de Oliveira Silva, Graduanda em Pedagogia pela UNIFAP, Macapá-AP; Márcia do Socorro Rodrigues de Araújo, Graduanda em Pedagogia pela UNIFAP, Macapá-AP; André Rodrigues Guimarães, Professor de Fundamentos da EJA na UNIFAP, Macapá, AP. |
| Esta comunicação visa socializar o resultado de uma pesquisa realizada nas etapas iniciais da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da escola estadual Maria de Nazaré Vasconcelos (Macapá-AP), na qual se enfocou a utilização de atividades lúdicas nesta modalidade de ensino (Freire, 2002; Vale, 2001; Santos, 1997). Os resultados apontam a necessidade das atividades recreativas fazerem parte cotidiano escolar, pois, além aumentar a motivação dos alunos, possibilita a realização de um trabalho interdisciplinar e favorece a mediação pedagógica. Deste modo, com a devida ressalva, enfatiza-se a necessidade de abandonarmos a concepção de que as atividades lúdicas são exclusivas à educação infanto-juvenil. (Palavras-chave: EJA, lúdico, prática docente) |
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| 09 - Alfabetização de jovens e adultos do campo: práticas discursivas do ensino de leitura. Sandra Maria Gadelha de Carvalho, Profa. Dra. UECE - FAFIDAM; Izabel Larissa Lucena, mestranda, UFC - PPGL. |
| O presente trabalho traz reflexões acerca de uma pesquisa que se debruça sobre a prática educativa de alfabetizadores(as) do MST. Pretende-se analisar de que modo atividades de leitura, que tomam como base a realidade social e comunicativa, podem contribuir para o desenvolvimento lingüístico de jovens e adultos que residem em áreas de assentamento rural.Objetiva, ainda, verificar como o despertar de uma consciência sócio-discursiva de ensino reflete na superação das dificuldades enfrentadas por esses educadores(as). Esse estudo revela que, no processo de alfabetização, os educadores constroem estratégias diversificadas de ensino relacionadas a identidade social, o conhecimento, os interesses e as crenças dos educandos. (Palavras-chave: Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), alfabetização de jovens e adultos, práticas discursivas, estratégias educativas de leitura) |
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| 10 - A produção acadêmica sobre alfabetização e letramento em EJA. Virgínia Silva Noronha, FaE-UFMG; co-autoria: Francisca Izabel Pereira Maciel, FaE-UFMG; Karen Alcântara Nery, FaE-UFMG. |
| Esta comunicação tem como objetivo apresentar resultados de uma meta-pesquisa realizada sobre as teses e dissertações sobre alfabetização em EJA, no período de 1995-2005 que tem como referencial teórico e/ou objeto de pesquisa o conceito de letramento. O levantamento bibliográfico foi realizado no Portal da CAPES e os critérios para identificar as teses e dissertações foram inicialmente o uso do termo letramento no título e/ou resumo. Para análise dessa produção acadêmica utilizaremos como referencial teórico Tfouni (1988), Kleiman (1995) e Soares (2002), Mazagão (2001) e para as categorias de análise utilizaremos como referência as utilizadas na pesquisa: Alfabetização no Brasil: o estado do conhecimento. (Palavras-chave: letramento, alfabetização, educação de jovens e adultos) |
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